martedì, ottobre 19, 2010
Ritornello
lunedì, ottobre 18, 2010
Infusão
sabato, ottobre 16, 2010
Mosaicos
Verdade
Melodia
venerdì, ottobre 15, 2010
martedì, ottobre 12, 2010
Nel Mezzo del Camin ...
mi ritrovai per una selva oscura
ché la diritta via era smarrita.
Ahi quanto a dir qual era è cosa dura
esta selva selvaggia e aspera e forte
che nel pensier rinova la paura !
Tant'é amara che poco è più morte;
ma per trattar del bien ch'i vi trovai,
diró de l'altre cose ch'i v'ho scorte.
Io non so ben ridir com'i v'intrai,
tant'era pien di sonno a quel punto
che la verace via abbandonai.
De Dante o Alighieri
Ânsias
domenica, ottobre 10, 2010
Eu
martedì, settembre 28, 2010
You
mercoledì, settembre 22, 2010
Deficiências
mercoledì, settembre 15, 2010
Fechado para balanço!
martedì, settembre 14, 2010
...
...
...
...
Sinos e Ráios.
domenica, settembre 12, 2010
No momento certo...
giovedì, settembre 09, 2010
Encontros.
Mas somente depois de muito tempo é que percebi que ainda estava abraçado a sombra, e ela era a minha história, e somente agora assumindo-a, viverei.
martedì, settembre 07, 2010
Legitimidades
Tudo o que anseio.
Desejos controláveis.
Tarefas a cumprir.
Fidelidade de alma, corpo e mente.
Direito de liberdade e felicidade.
Vontade de fazer o que se quer.
A fumaça de um cigarro.
Lágrimas de alívio...
E tantas outras coisas boas.
domenica, settembre 05, 2010
Fusão
Aos Res...
Ou se talvez eu ficasse aqui, pedindo empurrões aos desconhecidos, já que todos os que conheço estão ocupados nas suas misérias pessoais.
E se eu pulasse, em um abismo profundo, tão escuro que a escuridão na qual me encontro se tornasse claridade?
Ou se eu ficasse somente tirando fotos desta sombra que talvez seja morte, já que dia a dia morremos.
E se eu cantasse... sim, cantasse a melodia esperada pelos que por mim torcem?
Ou se eu calasse talvez dizendo somente uma palavra de despedida... O seu nome!
...
São tantas as possibilidades de vida, que tantas vezes me chama mais atenção: a morte.
sabato, settembre 04, 2010
Nossa história/La nostra historia.
giovedì, settembre 02, 2010
Renascimento.
mercoledì, settembre 01, 2010
Sto...
Nascimento e Óbito.
martedì, agosto 31, 2010
Pequeno tudo...
Enlouquecedores
Te jogam em um abismo após vc ter escalado com todas as dificuldades as paredes que te livraram da escuridão...
Esfriam seu corpo quando apenas começou a ebulição...
Destroem a escultura que com carinho você acabou de criar...
Fazem de você um nada depois de você ter feito todo esforço na frente de um espelho dizendo para si mesmo: sou grande.
Enfim, reconheço pelo nome cada um dos meus ENLOUQUECEDORES, e agora que os reconheço, seus dias estão contados.
lunedì, agosto 30, 2010
Questi sono cazzi miei
martedì, agosto 17, 2010
Mãos
Ensurdecedor.
Buscar novos jeitos de viver,
Não seguir regras,
Simplesmente me esparramar...
Mas nada tira do fundo a sensação que é maior e grita,
em um volume que somente eu posso escutar.
Melodia da Ressurreição.
A luz do dia,
Luz que irradia,
Uma saudade que da noite,
Vem vadia,
E a nostalgia,
Vai arredia,
Compondo versos,
Em teu pobre: coração.
Eu te convido vem e canta.
A claridade,
Com a verdade,
Da fé primeira,
Que da infância te ilumina,
E quando a tarde,
Voltar esguia,
Encontrarás em Paz teu pobre: coração.
Sente,
É Deus que chama,
E na janela,
A primavera: desenhou.
Canta,
Acorda,
Que é dia,
E a aurora,
De outrora: Voltou.
Quando no mar da vida,
Deus te convida,
A esquecer da tempestade,
O sofrimento,
Deixa o lamento,
Num caminhar que,
Passo a passo,
Vai crescendo,
E vai dizendo,
Que a esperança,
Não morre nunca,
Para quem sabe lutar.
domenica, agosto 15, 2010
Réquiem in pace (Descanse em Paz) 2006
Previnido, deixaria tudo preparado. O tecido mortuário, substituiria as flores, que não quero por cima de mim, e no linho branco, já amarelado pelo tempo, estaria escrito um poema sem fim. Dois metros e cinqüenta de linho, com linhas escritas por mim, em nanquim, relembrando locais, pessoas, atos, feitos, desfeitos. Um poema que se chamaria minha vida. Longo, longo poema. Deixaria nele revelações, quem não tem algumas, em letra pequena, só para que o caixão estivesse sempre rodeado. Caixão branco, por mim encomendado, forrado de metal, para que eu me consuma por mim mesmo, sem os vermes de outros seres antes enterrados. Criamos nossos próprios bichos. Eles já estão aqui comigo em potência.Se houver uma mulher amada, que eu vá antes, mas que ela não chore. Mas recorde, os momentos de alegria, minhas palhaçadas, tombos e quedas, batidas de cabeça, sorriso amarelo, piadas fora de hora. Que ela se lembre do prazer, e das loucuras na cama, na cozinha, no chuveiro, no..., na...
E sua dor se transforme em prazer e carinho, tão devagarinho, que ninguém entenderia o seu riso caladinho, no canto do salão.
Se tiver filhos, lembrem-se do super herói, das vezes que quando pequenos, trotraram no cavalo de mentira, que sofria de dor nas costas após. Lembrem-se do peso da minha mão, segurando as suas, e também dos olhares de reprovação, e do tapa, que nunca levaram.
Lembrem-se das aulas de filosofia, dos meus textos, de novo da minha mão direita, pegando nas suas, e os ensinando a escrever. Recordem o nome de cada livro que ganharam na vida, cada um que pude ler. Tenham em vista o amor, que viram no seu lar, e de todas as falas, dizendo para que eles disso não venham a sofrer.
Os meninos lembrem-se dos papos de homem, das aulas que na teoria os ensinei a dar prazer. As meninas, do cheiro, das roupas, do carinho, para um homem como eu ter.
Enfim, carreguem-me. Não se esqueçam que paguei tudo. Ainda deixei bom troco, naquelas contas conjuntas, e também em baixo do colchão.Os netos só se lembrem do avô brincalhão, e nunca da deseducação, por mim gerada.
Eu queria mesmo era curtir e ver a cara, dos meus filhos a repetir, tantos nãos.Se não tiver ninguém, nem filhos, nem esposa, nem netos, nem sobrinhos, nem irmãos, pago a um grupo de oração, contribuo com uma instituição qualquer, chamo a banda da polícia militar, pago um coro para cantar as canções de amor, e algumas mulheres para de preto chorar.
Carreguem-me, e não se esqueçam (seja lá quem for) da lápide de mármore branco, que foi talhada por mim mesmo, e que diz: Aqui repousam, os restos de um ser, que amou, que ama e que passará seu céu, amando.
O meu melhor sorriso, enfim.
Siga as instruções.
LEIA FRENETICAMENTE.
Constatações.
(dando o braço a torcer)
comprovando a sua tática certa,
chamada cruelmente de,
distância.
E se a dilatação também de certa forma,
me envolve,
talvez nem pelos mesmos caminhos,
passemos...
Mas algumas horas do dia,
são fatais para o coração,
(ainda bem que nem te dei um beijo)
como a noite,
vazia diante do computador,
sem dizer,oi!!!
Como eu errei...
Fui,
e você nem percebeu,
o outro,
sempre que estava diante,
de você,
fazendo gestos,
poses,
atos,
que não fazem parte de meu cotidiano,
um erro.
Meus amigos decoraram seu nome,
outro erro,
agora perguntam de você,
como se fossem íntimos seus
e trazem a lembrança ao coração,
durante o dia,
em momentos que me distraia,
tirando minha atenção, desta dor.
Dança, música, vento... você!
Ânsias, lágrimas, saudades... eu!
Le mie lacrime
sabato, agosto 14, 2010
Antagonismos.
Labinritos.
da minha alma...
venerdì, agosto 06, 2010
Dia dos Pais (texto antigo e vontade sempre renovada)
No dia do meu aniversário um texto para meus amigos!
Queridos amigos,
Dizem que sou bom com as palavras. Acredito muitas vezes que isto é real, mas hoje... Se qualquer excelente escritor quisesse transmitir o que desejo por estas palavras, pobre coitado, seu trabalho seria em vão.
Muitas vezes precisamos dos revezes da vida, para perceber pessoas, coisas e situações que estão ao nosso lado, e sequer percebemos.
Do fundo do coração, não se ofendam, mas estive relapso com tantas coisas nos 365 dias que me separaram de hoje... Deixei de lado amigos, alguns afazeres, as datas de aniversários que sempre tentei lembrar, visitas, telefonemas, ou até – imaginem – sorrisos. Deixei cabelo por cortar, olheiras tomarem conta do rosto, e até as lágrimas ficaram paralisadas.
Deveríamos ter dentro de nós, um sinal que nos fizesse nunca deixar de lado algumas coisas da vida.
Nas redescobertas que a cada dia faço, surpreendi-me com a palavra “AMIGO”, como se fosse a primeira vez na vida. E talvez seja mesmo. Tenho uma explicação para isso: ainda adolescente fui para o seminário, e saindo de lá, já com idade de adulto e uma cabeça totalmente inocente para a vida prática, tive que recomeçar ou começar uma história. Nas escolas que lecionei, muito se brincou, trabalhou, discutiu... E nas despedidas, algo já prenunciava que o tempo me separaria de algumas pessoas. Quase não restaram amigos.
Meu calado e sábio pai, sempre disse: “Colegas temos muitos... Amigos, poucos!” Sempre fui obediente aos conselhos dele, e ele está certo. Hoje sei que os que para trás ficaram eram de fato colegas.
Por outro lado, antes de acabar o difícil dia de hoje, dia do meu aniversário, gostaria que cada um que receber este depoimento, saiba que a paciência desta leitura significa muito para mim.
Você é meu amigo/a!
E não consigo por palavras fazer com que você entenda todo o valor que tem em minha vida. Cada um de um jeito único. São vínculos de antigos lugares que trabalhei e que se estão em minha vida, me verão certamente envelhecer, e ano após ano vamos nos reencontrar não só nesta data, mais sempre.
São amigos de locais que trabalho agora.
São amigos mães e pais.
Amigos conselheiros.
Amigos que dão colo.
Amigos de sorrisos.
Amigos que trazem festa completa.
Amigos que dizem besteira para me fazer falar mais besteiras ainda.
Amigos que partilham vida inteira, sem medo de abrir o coração. Amigos que escutam com atenção meus desabafos.
Amigos que foram difíceis de conquistar.
Amigos que falam meu nome com orgulho.
Amigos de cantoria.
Amigos que reconhecem meus defeitos e virtudes.
Amigo!
Obrigado pelo dia de hoje, que começou na verdade ontem... Pelo meu nome na rádio! Pela alegria da presença no espaço que está virando um lar! Pela oração da manhã na escola! Pelo abraço de parabéns! Pela música da Xuxa (Hoje vai ter uma festa...) no intervalo do colégio! Pelos presentes tão significativos! Pelo abraço de quem nem sabia a data! Pela festa combinada! Pelas inúmeras mensagens e ligações!
Daqui a pouco vou deitar realizado.
Antes de dormir, ainda vou fazer minhas orações. Quero que saibam com clareza, que diante da imagem da Virgem Maria, e de uma vela que já está lá, vou falar o nome de cada um... A emoção vai vir (aprendi recentemente as lágrimas são os passos de nossa alma), tudo bem, fui bem firme o dia inteiro. Nesta singela oração, espero que Deus, por intercessão de Maria, retribua 100 por 1, tudo o que fazem por mim e tenham certeza, não é pouco.
Irei repousar com um único sentimento: AGRADECIMENTO. Que é o maior sinal de alegria. Que é amor, comunicando amor.
Para mim só peço uma coisa: Que eu seja nos próximos 365 dias um homem ainda melhor. E que eu tenha vocês ao meu lado.
De Coração,
Helquemim Maber
02/08/2010
giovedì, agosto 05, 2010
Ser mãe
Sabe, tantas vezes engoli palavras, deixei de lado vontades, ou até deixei gostos, tudo em troca de sorrisos ou do brilho de seu olhar.
Ensinando-te a andar, nunca imaginei que passos tão longe ias dar.
E dando passos tão distantes, quem direia o quanto cada minuto ia contar.
Estando em um tempo no qual ao máximo gostaria de prolongar, derrepente por estar ao seu lado tudo eu quis acelerar.
Mas em tempo não se manda.
Nem a distância pode se encurtar.
E se eu te contasse tudo o que eu penso, talvez você acharia exagero: minha forma de amar.
Sim... Agora que estás a minha frente, quero deixar a lágrima rolar, quero encher minha boca e erguer minha voz para exaltar, aquele que sempre vou poder chamar de meu.
E um dia sei vão te levar, mas serei tua sombra, a mão a esperar e ainda se preciso: irei te carregar.
Filho, obrigado por retornar.
giovedì, luglio 29, 2010
Solidão
Solidão é uma das melhores coisas que existe.
Nos encontramos diante de nós mesmos sem subterfúgios.
Sorrimos, comemos, dormimos, arrumamos... se quisermos, quando quisermos.
Há muito tempo não sei o que é isso.
E cada dia deparo-me com alguém novo, cheio de vontades e de esperança, um vitorioso, um grande.
Então meus 1, 77 se tornam 2, 30 e a sabedoria se acumula cada dia mais.
E sei viver, e estar só e sei estar só e sei viver.
Essa é a maravilha da vida, para os grandes como Eu.
E se um dia...
... achar que qualquer despedida pode tudo disperdiçar.
... deixar amizades por razões absurdas ou por alguém não gostar.
... se achar a última dos seres, e de mais nada reclamar.
... cair em um mundo absurdo de sonhos, deixando de lado a realidade, que na maioria das vezes é tão diferente.
... deixar de usar o perfume da vida no seu corpo todo, e ele não te acompanhar.
Ai então vais ter que cumprir esta ordem: tudo ao contrário deves realizar!
"As vezes nossa vida fica de cabeça para baixo, para andarmos de cabeça para cima e o céu enxergar".
Contagem Regressiva
mercoledì, luglio 28, 2010
Leito 262
Há, o leito de hospital é sim a derradeira esperança.
Observo os movimentos todos. O entra e sai das equipes revezadas de médicos e enfermeiros. As faces diante do medicamento que já não faz efeito. Ou o sorriso velado de quem pensa não querer passar pela mesma coisa.
Adormeço. Parece que minha lucidez é algo insano. Como posso dormir e perceber tudo? Onde estou? É esta a pergunta que me faço silenciosamente a todo momento.
Acordo. Observo então os cheiros. Éter, produtos de limpeza ou um banheiro que sempre parece precisar ser limpo. Cheiro de comida... Se eu pudesse andar veria exatamente que a ideia de estar perto da cozinha é verdadeira. Quantos cheiros.
Adormeço. E distante de meu corpo visito minha casa, a atual, a antiga, a dos meus pais. Escuto vozes que chamam meu nome, ou apelidos que talvez um dia tenham sido carinhosos.
Acordo. E sinto mãos e abrindo lentamente os olhos vejo rostos que conheço, mas ao mesmo tempo não. Me dão a mão, forçam sorrisos animadores, uma delas corre, por não aguentar ver, penso que a mim, assim. A pior hora do dia chega e então tenho que quase por força sentir sabores que não existem. Quero voltar a dormir. Quero parar de acordar.
Dois sangramentos... Um vermelho e outro transparente não me abandonam.
lunedì, luglio 26, 2010
O Bobo da Corte.
Piccinina...
Se penso em ti: uma palavra.
Mas se te vejo: mil certezas.
Poderia então mil e uma noites completar tua história?!...
Mas não podemos controlar o tempo!
Porque agora não ages como um dia me ensinou?
A viver somente de instantes?!..
Sorrindo para os já passados.
Colocando a dança nos agora vividos.
No teu intenso azul impenetrável.
mercoledì, luglio 21, 2010
Caixinha de Surpresas
Nem as palavras podem dizer...
E se por acaso...
... pudesse dizer para sempre, sem desconfiar da minha fala.
... as interrogações virassem exclamações contínuas.
... as dores fossem alheias ao meu corpo fechado.
... tudo batesse a minha porta fazendo-me o maior.
... dessem o nome diferente a isso tudo, e me retirassem a vida...
sabato, luglio 17, 2010
Era verão...
Estação após estação nos perseguiamos, mas cada uma delas apagava algo, e eu não percebia. Meus sonhos continuavam ali, enquanto as lágrimas te escorriam claras do rosto, me dizendo: Adeus!
Estações se repetiram... Sonhos se foram, e no teu sorriso já aparecia uma força, e os brilhos dele já não eram mais meus. Não eram necessárias mais as datas, os planos, as coisas... E eu tentando reviver as estações como da primeira vez... enquanto as lágrimas te escorriam claras do rosto, me trazendo uma mensagem somente: Adeus!
Terei tantas outras estações na minha vida. Tenho uma esperança forte, certeza. De que as reviverei.
E possivelmente sem precisar dizer: Adeus!
inspirado por famosa canção italiana
giovedì, luglio 15, 2010
Sentimentos giram...
de Drummond
domenica, luglio 11, 2010
Gratuidade
A única palavra é: Gratuidade.
Saber-se tão solicito ainda que na distância, ou sem vínculo algum.
Oferecer-me para favores inóspitos, sem saber sequer se vão agradecer ou lembrar de meu nome.
Talvez vocação? Visão diferente da vida? Perda de tempo?
Sou assim... E isso acaba por me responder tudo. Sou a resposta das minhas próprias questões, insistências, todas.
Insistência
sabato, luglio 10, 2010
Sem palavras...
... bem que eu queria escrever algo da hora, mas não to inspirado, né?
Vendado tão somente por mim.
Não precisei de nada, tirei-as de mim.
Dei passos vendados.
Mas vez ou outra abri os olhos.
Dei passos vendados.
E o vento me levava descordenadamente para os lados.
Dei passos vendados.
E a esperança era de que no próximo eu batesse a cara em algo realmente sólido.
Dei passos vendados.
Levemente uma brisa acariciou meu rosto tornando-se imediatamente uma rajada forte, precipitada.
Dei passos vendados.
Mas os olhos se abriam com medo.
Dei enfim passos de olhos abertos, e a vida se fez por inteira, correndo ao meu lado, sorrindo, amando, falando palavras docemente acentuadas, porque toda a vida está aqui.
VIVENDO TÃO SOMENTE POR MIM.
domenica, luglio 04, 2010
Domingo
Dos velhos tempos... Atuais tempos... Diferentes tempos.
Ausência
Quero chamar esta fase,
ausência,
já que os textos,
por nada chegam,
aos dedos de quem
tecla outras coisas,
compromissos...
Ausência agora,
é felicidade,
de quem tem tudo,
sonha pouco,
enfrenta problemas mínimos,
sorrindo...
Minha felicidade é sorriso,
poucas letras,
em uma palavra que éanseio de nosso tempo,
felicidade.
Embrião
E então viver... Assim, silenciosamente só, esperando o que não sabemos que virá...
Dormindo, comendo, ouvindo vozes desconhecidas do além ventre...
Para um dia renascer e no colo de desconhecidos com desconfiança sorrir.
domenica, maggio 09, 2010
Mãe
Pois é mãe, mamãe...
Aqui estamos outra vez.
Tentando dar passos de felicidade, com o coração fragmentado, as forças diminuídas... Mas vivo... Inteiro. Para ti.
Te amo.
lunedì, gennaio 04, 2010
sabato, ottobre 31, 2009
Dar um tempo
A Lua está cheia, mas o excesso de núvens, indo em direção qualquer só a deixa ver depois de algum tempo. Dar um tempo. Aceito, só não sei se o Amor são as núvens muitas de hoje, ou os raros olhares para a Lua Cheia nesta noite tão especial.
Pesadelo
venerdì, ottobre 30, 2009
Lição Final sobre o Amor
Queridos, muitos andam se enganando no que diz respeito ao amor. Acontece que a juventude tem vivido momentos de intensa obssessão, que é um sentimento negativo de posse absoluta de algo.
Amores não são conquistas. Não são posses. Tudo talvez comece errado no dizer: Meu Amor.
Flávio Gikovate em seu livro sobre solidão e amor relata assim o processo que nos leva ao amor.
Fase 1. Quando estamos sozinhos, não nos contentamos em estar neste estado. Como se todo ser humano nascesse para ter ao seu lado alguém, o que é bastante compreensível, depois da teoria da sexualidade explicada por Sigmund Freud. (nas aulas falo sobre a teoria, aqui seria uma outra aula).
Olhamos para todos os lados, procurando encontrar uma companhia, alguém que nos complete.
O menino entra no metro, estação Vila Mariana em direção ao Jabaquara, na estação Santa Cruz entra uma menina linda e se põe em sua frente. O olhar do menino desesperadamente procura o olhar da menina.
Duas possibilidades: a menina faz cara de desprezo. O coração do menino desacelera, ele praticamente a esquece, e até pode acontecer de na outra estação entrar outra menina, e o ENAMORAMENTO pode acontecer.
A menina se interessa, eles trocam olhares até que surja a coragem de trocar um contato, msn, telefone...
Bom, dai se a segunda possibilidade acontece, eles começam a se conhecer. Surgindo assim a PAIXÃO. Estado no qual idealizamos (mundo das idéias é bem diferente da realidade), alguém muito mais especial do que de fato é. Seu hálito é o melhor, seus cabelos sedosos, seus gestos incríveis, quando fala me derreto todo...
Bom, acontece que quando nos damos conta da real, somente sendo loucos, pensando na Obra Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdã, e é lógico, satirizando, é que podemos aceitar a pessoa como de fato ela é.
AMOR uma aceitação total do outro em sua vida. Eu me arriscaria a dizer na lição final, AMOR É SACRIFÍCIO. Que somente dois podem fazer. E somente neste estado pode surgir pela primeira vez as palavras: Eu te amo! Tudo assim, vagarosamente, em um período que em geral dura cerca de 2 anos e meio, para acontecer.
Mas hoje ao invés, diz-se Eu te amo, logo de cara, sem preocupações de se amanhã estamos juntos ou não.
Exemplos a parte, escrever é muito diferente de falar, quando meus alunos me pedirem aulas sobre o amor, limitarei-me a citar os filósofos todos, que em seus pedestais de saber ditam regras interessantes, até que vejamos na prática que cada história é uma história, seja quanto dure esta tal fase: AMOR.
Uma história de amor
A Princesa Turandot, filha do Imperador Altum da China, jurou para si mesma que jamais se casaria. Seu pai, porém, exige que ela se case, por razões dinásticas, e para respeitar as tradições chinesas. A princesa concorda; porém, com uma condição: ela proporá três enigmas a todos os candidatos, que arriscarão a própria cabeça se não acertarem todos os três, e somente se casará com aquele que decifrar todas as três duríssimas charadas. Entre a fila de pretendentes, aparece um príncipe jamais visto na região. Ele, no primeiro contato, imediatamente se enamora da princesa Turandot. E consegue a façanha de acertar os enigmas... Desesperada Turandot chora amarguradamente. Vendo-se sem saída e já noiva daquele homem. O Príncipe desconhecido então propõe, já apaixonado, um enigma. Se a Princesa Turando acertasse seu nome, ele não a desposaria. A princesa imediatamente coloca todas as suas súditas mulheres, sob pena de morte, para descobrirem o nome daquele homem. Elas teriam até o amanhecer, prazo contadinho para o fazer. Enfim, o Príncipe desconhecido passa todo o dia vendo os gestos, as falas, a vida de Turandot. Ao deitar-se já no anoitecer, o Príncipe coloca-se escondido em seu quarto, e em silêncio, aprecia a jovem princesa dormir passando sua.
O dia já estava para raiar quando o Príncipe, então, cheio de Amor já em seu coração e vendo que a princesa entre pesadelos decide libertá-la já que o amor não faz ninguém sofrer o que não quer.
Então ele canta suavemente em seu ouvido:
ITALIAN;
Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o, Principessa,
nella tua fredda stanza,
guardi le stelle
che tremano d'amore
e di speranza.
Ma il mio mistero e chiuso in me,
il nome mio nessun saprá!
No, no, sulla tua bocca lo diró
quando la luce splenderá!
Ed il mio bacio sciogliera il silenzio
che ti fa mia!
(Il nome suo nessun saprá!...
e noi dovrem, ahimé, morir!)
Dilegua, o notte!
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All'alba vinceró!
vinceró, vinceró!
Ninguém Durma!Ninguém Durma! Você também oh, princesa, em teu quarto frio, olhe as estrelas, que tremem de amor, e de esperança. Mas meu mistério está fechado em mim, e o meu nome, ninguém saberá, não, não, sobre tua boca eu o direi, quando a luz esplandecer. E o meu beijo escolherá o silêncio, que ti faz minha. (O seu nome ninguém saberá, e nós deveremos todas morrer, morrer) Desapareça a noite, que as estrelas se escondam, no alvorecer, vencerei, vencerei, vencerei!
Fala então em seu ouvido, tristemente: Meu nome é Calaf. Sua vitória foi libertar sua amada, do peso do matrimônio.
Quando toda a assembléia se reúne a Princesa agora já sabendo o nome do Príncipe desconhecido e diz: O nome dele é AMOR.
O Amor deles durou eternamente em um casamento feliz, no qual um assumiu o outro, como todo o coração.
Seu aniversário será sempre um dia feliz para mim, ainda que seja na sua libertação. Vencerei, vencerei, vencerei.
Alfabeto
Quero C ela quer D
Quero E ela quer F
Quero G ela quer H
Quero I ela quer J
Quero L ela quer M
Quero N ela quer O
Quero P ela quer Q
Quero R ela quer S
Quero T ela quer U
Quero V ela quer X
Quero Z ela quer palavras
Se quiséssemos o Alfabeto inteiro, ou a junção da palavra AMOR tudo estaria resolvido.
Alunos
Estou ficando com saudades do Maber. Não que o bom professor tenha ido embora, mas a graça partiu. Mas retornará.
Terceiro dia
giovedì, ottobre 29, 2009
Conversa com seu avô...
A minha solidão é como o seu túmulo concluo, sem ninguém para visitar.
Segundo Dia
No segundo dia chorei entre uma escola e outra, e quando cheguei na segunda, a face não pode ser evitada, questões intermináveis e ombros amigos, como que refazendo o trajeto do dia da feliz junção no qual estavam presentes.
No segundo dia um almoço corrido e as atividades todas por vir. Partilhas de futuro, planejamentos escolares de 2010, e concluí que é loucura planejar um ano quando não sabemos se estaremos aqui.
No segundo dia um sono mais profundo, um convite, um segundo, umas palavras todas dadas lentamente para registrar.
No segundo dia a ausência de companhia, a falta de notícias, cachorros e gatos a me olhar. Nenhuma palavra somente um bilhete nem mesmo descente só para avisar.
No segundo dia mais certezas e mais idéias de que não voltarás. Pois afinal o amor não espera um segundo para recomeçar.
Primeiro Dia
No primeiro dia cometi um último erro. Um telefonema uma cobrança, como se não houvesse vivido o momento. E escondi-me nas esquinas, para ver mais uma vez o seu rosto, como se o vendo pudesse ver o coração e sentimentos. Menti para mim mesmo.
No primeiro dia adormeci na aula de italiano, fui sutilmente acordado por alunos, que nada tem haver com a história.
No primeiro dia com o carro cheio de tralhas acabei por voltar a casa na qual em momento algum estive com outro alguém, nem sequer em pensamento, quanto mais em palavras tão carinhosas trocadas pela internet, enquanto o outro dormia.
No primeiro dia um sono truncado, um coração magoado, pode gritar verdades minhas a quem nem tem nada haver com a história. Mas foi somente um primeiro dia.
O Momento
Foi um olhar final. Foi-se a eternidade e no céu a noite nublada fez com que não se pudesse ver nem sequer as três estrelas.
Foi um olhar final e sem sentimentos. E o seu pulo do sofa, bastante leve, como se a ida fosse o caminho mais fácio.
Foi um olhar final eu sinto. E eu um problema fui afastado de sua vida derrepente, como quem vira a página de um livro aberto sem querer, e se desinteressa nas páginas iniciais.
Foi um olhar final e não sei o que espero. Este misto de sentimentos de que ainda pode ser. Analisado por quem está de fora, loucura.
Foi um olhar final, final.
Julho de 2009
Sou um sobrevivente neste emaranhado todo, gelado...
... que é você!
Fé.
Por outro lado é humano no desespero deixá-la de lado.
Na atualidade quero pensar sim... Até o penso um pouco.
Derrepente um não enorme encobre meu corpo, como se...
... fosse um eterno Não.
Amigos
Insistências
a tua palidez cadavérica,
a dúvida se desfazia somente
pelo calor não ausente,
nos fragmentos de sua respiração.
mercoledì, ottobre 28, 2009
Do certo ao duvidoso (Versos bestas, título justo)
mas agora dominados,
já controlas o meu peito,
e me dizes, vou embora,
pensar a teu respeito.
Balança desgraçada,
saber que a sua amada,
carrega dúvidas em seu coração.
Maldito prato do outro lado,
que tão louco e desgovernado,
vem cutucar a emoção.
Troca, vai, quebra a cara,
mas não venha nas madrugadas,
me pedir atenção.
Pois do leão ainda que manso,
já mais nada será de alcanço,
nem por pura tradição.
Vai do certo ao duvidoso,
achando que o caminho será gostoso,
sem mais desilusão.
Pois me conta, qualquer hora, porque tanta demora de acertar sua decisão.
Cancelamento de um sonho...
... filhinho, não posso te ninar com ninananas italianas, mas vou pedir para não sumir nunca da minha vida a emoção de ter comemorado interna e externamente a tua história de dias.
... fui papai, mas já cancelo o sonho de o ser no futuro. Crenças minhas que estão ficando para trás, e que formarão um novo ser. Vou arriscar o teu nome, uma certeza me diz: Pietro, e eu te peço, dai do alto, cura meu coração.
Opção/Decepção
Na vida o que fazemos são opções.
Sempre e a cada segundo, muitas vezes sem intenção,
acabamos por escolher todo um ciclo de coisas por vir,
diretamente para nossa vida.
Muitos tolos repetem: Aquilo que tem que ser tem que ser.
ou: Está tudo escrito.
Mas temos a opção, nas mãos de partir para ação.
Algumas escolhas são felizes, outras não... Ciclos, repetidos, ciclos.
Consequências, e lágrimas, quando percebemos que já é tarde.
Ex-Minha Menininha.
... se fores assim feliz, só não peça minha atenção, mas saiba que do outro lado, restará maior emoção, no pão amassado, cortado, derramado, no chão.
Novidades
Loucura
A tí os mais elevados agradecimentos pelos erros todos que cometí.
A tí os louvores por achar-me são na insanidade, toda, quanta maldade.
Salve Rainha Loucura, acompanhas minha vida, vivida, plena de loucuras.
Camadas da Pele
No início, perfurou a pele como que com uma lâmina afiada, de barbear. Mas aguentei a dor toda, lutando contra ela, cicatrizando-a a cada tanto.
Afundou o corte, 178 vezes mais, como se aquele fosse o sinal do esquecimento todo, de um partir para outra, mas usando de mil subterfúgios, curei a ferida sangrenta.
Agora que o corpo esta fraco, a faca foi enfiada. O pior é que a pergunta respondida, fez com que a faca entrasse todinha, até o braço não ser sentido.
Uma mão retirou a profundidade da faca e não sei de quem ela era.
Mas quando chegou a faca saiu inteira. No olhar, na palavra culpa, surgiu o meu imenso, de onde tiro forças, perdão.
Não passou muito tempo, a palavra culpa se tornou covardia e humilhação. E ela, faca na mão, penetrou todas as camadas de pele, afetando o meu coração.
Partiu... Deve estar bem, enquanto meu ser jorra as últimas gotas de sangue antes da transfusão.
giovedì, ottobre 22, 2009
Passou e Passaram.
... a esperança.
... as vontades.
... a criança.
... o brilho.
... o sorriso.
... a fome.
... o gosto.
... as histórias.
... as rezas bravas.
... as vitórias.
... o perfume.
... a trajetória.
... as fotos.
... o encanto.
... o tato.
... o naturalmente umidecido.
... a vontade.
... as mãos dadas.
... o abraço.
... o beijo molhado.
... o ouvir voz e gemidos.
inesperadamente, passou o tempo, passaram as horas, acabou a vida.
Imperfeições
É tarde, desencontros, sequer lamentos, de um vai e vem, correndo.
martedì, ottobre 20, 2009
Vira virou...
Arrivederci
Como se fazia antigamente.
Mas eu tentei tão somente.
Dizer um oi afinal.
Deixarei pouca herança.
Talvez algum trabalho.
Porque é assim a vida.
As vezes há desmaios.
Em pensar que pensei em ficar para sempre.
Debaixo de um carinho quente.
Il futuro
Voglio un piccolo posto lontano da te. Lascierò andare questa voglia di parlare con il mondo. Lavorerò di meno. Guadagnerò logicamente di meno. Sarò un anonimo. Mangierò qualcosa. Lascierò qualque gusti che ancora non so perché ci sono nella vita mia. Sarò più umile. Meno responsabile. Non mi basterà arrivare nella vita mia e chiedere un posto. Il Maber passato è morto. Come quando Helquemim è andato. Ma il nome resterà. Non ho più opzione. Triste. Triste vivere senza vivere. Triste sognare e vedere il sogno andare. Mi domando sempre... Perché devo passare per queste cose? Cosa ho fatto nella vida da ricevere come merito tutto questo. Incubo. Incubo. Incubo.
Sono proprio il parafulmine del mondo?
Non mi contento di vedere gli altri nella sofferenza. Perché io? Domando a Dio.
Dove sei, signore dell'universo?
Mi risponde... Come dicono che ha fatto a tanti nei secoli.
risponde...
risponde..
risponde.
Depois daquele dia...
... deixamos de lado os sonhos.
... fizemos coisas separados.
... deixamos de ficar colados.
... apagamos a chama das vontades todas.
... retiramos nossas mãos coladas.
... criticamos os apaixonados.
... buscamos vícios diferentes.
... ficamos quase ilhados.
... fomos mau interpretados.
... não fomos mais homenageados.
... vimos as estrelas virarem estrelas cadentes.
... fomos tão enfeitiçados.
... deixados.
... invejados.
... esquecidos.
... banidos.
que nem sei dizer o que é fim.
Naquele dia...
... o interfone tocou: presente.
... não mais vivi sozinho.
... ganhei uma família.
... vivi um sonho.
... pensei em detalhes.
... trouxe para perto de mim estrelas.
... pintei paredes.
... fiz inúmeras listas.
... escrevi bilhetes.
... comprei um par de enfeites dourados.
... corri como louco para surpreender-te.
... tudo ficou colorido.
... avisei todos os amigos.
... partilhei detalhes.
... abracei-te longamente.
... sorri até ter caimbras na bochecha.
... ardentemente te fiz minha.
... caminhei de braços dados.
... apresentei-a para todos.
... escrevi mil poesias.
... pude dormir ao teu lado.
... esperei móveis sonhados.
... retornei aos detalhes.
... fui festejado.
... concretizei sonhos.
... amei-te em silêncio.
... percorrí em dias nove meses.
... retornei o meu percurso em uma jornada.
... te dei adeus, tão somente.
Surdos
ritmadas,
em fluxo contínuo,
dentro da mente,
ardente,
que nestes dias não me deixam mais.
Algumas vezes pensei que loucura era,
um estado visível, diagnosticado.
Hoje não sei dizer quando começou. Mas sei dizer devagarinho todos os sintomas.
... passadas largas...
lunedì, luglio 06, 2009
Tanto tempo...
martedì, febbraio 10, 2009
Só agora...
Como tempo passa diferente,
quando queremos um pedaço de gente,
no qual colocamos a solução da vida...
... mudança...
Re-começo!!!
que em mim tem outro nome,
felicidade...
Vou vivendo pelos dias já não infinitos,
porque ao amar-mos tudo muda,
rapidinho...
E do passado, somente nomes distantes,
que ao menos nunca foram despedidas.
